A curva
das tuas ancas me excita
Os bicos
dos teus peitos arretados
No espelho
são reflexos dourados
De um
desejo profano que palpita
Flutua tua
sombra toda nua
A cortina
dos cabelos ocultando
O fogo dos
teus olhos me queimando
Teus dentes
me mordendo a carne crua
Procuro
igualar-me ao teu balanço
Sintonia
no ardor entrelaçado
Ouvindo a
confissão das tuas propostas
Aperto tua
cintura num abraço
Na curva
das tuas ancas agarrado
Desmaio de
amor nas tuas costas!
Elieser Rufino - 2010
Nenhum comentário:
Postar um comentário